
Hoje é o Dia Internacional da Criança, um convite para refletir sobre a pergunta: De que forma podemos criar um mundo onde as crianças sejam felizes?
Num momento em que a nível global predomina a violência e a insegurança esta questão é complexa e desafiante.
E apesar de haver muitas regiões do mundo onde existe paz e prosperidade, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, a nível mundial, cerca de 8% das crianças e 15% dos adolescentes enfrentam algum problema a nível da saúde mental, desde desordens ao nível da ansiedade e depressão, a défice de atenção, PDAH – Perturbação de Défice de Atenção com Hiperatividade, ou perturbações ao nível do comportamento, e até outras questões mais graves.
A infância é uma fase muito importante para o desenvolvimento psicológico e emocional. É na infância que é construída a base a partir da qual as crianças vão conseguir criar a sua felicidade futura.
E é com os adultos que as rodeiam que as crianças aprendem hábitos de pensamento, aprendem a lidar com as emoções e aprendem a relacionar-se com os outros. E esta aprendizagem é realizada, sobretudo, pela observação que realizam do mundo que as rodeia.
É a observar e a experimentar aquilo que observam que aprendem a cuidar de si próprias e a cuidar dos outros, aprendem a respeitar, a cooperar, a confiar, a ter alegria e motivação.
Quando as crianças vivem num ambiente em que predomina o otimismo, o entusiasmo e a alegria, as crianças tornam-se otimistas, motivadas e alegres.
Para que as crianças cresçam felizes, os adultos que as rodeiam precisam também ser felizes, senão, apesar dos seus melhores esforços, não vão conseguir ensinar a felicidade às crianças.
Por isso, precisamos, antes de mais, de cuidar de nós, de sermos capazes de criar alegria na nossa vida. Precisamos ser o exemplo de como é viver feliz, em equilíbrio e harmonia, para que as crianças possam aprender a ser felizes, connosco!
